19.6.17

Terapia Psicospiritus na empresa






A terapia psicospiritus se constitui pela compreensão científica da interação do sujeito com a sociedade, pois nesse intercâmbio de informações, o sujeito se organiza em sua atuação social de tal forma que pretende que seus ideais advenham pela conquista.

Contudo, em meio a uma realidade objetivada que se impõe de forma irrevogável, seja em sua vida profissional, familiar ou social, o sujeito se vê oprimindo e comprimindo suas potencialidades devido à internalização das convenções sociais de forma equivocada, fazendo-o cometer a auto-delimitação de suas exteriorizações, sabotando os seus canais cognitivos.

Para tanto, a estrutura mental etérea, forjada por sua percepção, são os balizadores da sua visão de mundo e, por consequência, determinantes sobre como se comportar diante de seu grupo.  A anomia, a heteronomia, a socionomia e a autonomia passam a ser a resposta psicoespiritual do sujeito.

Por esse motivo, consideramos que o espírito é um agrupamento de motivações e predisposições subordinadas aos graus da consciência a procura de realização, as quais respeitam um critérios de valores morais, simbólicos e materiais, formando um corpo de impulso magnético.


Dessa forma, reestruturar a organização de prioridades desses critérios, passa a ser o foco da terapia Psicospiritus , pois adentra numa seara de imposições espirituais que se encontram acessível, embora desconhecidos da consciência, sem desprezar as questões conscientes e prestes-conscientes.


Intrafísico, extrafísico e soma

Atualmente, a disciplina de espiritualidade vem ganhando espaço e relevância no aprendizado de várias academias de medicina no Brasil ou no exterior, devido ao fato de as abordagens médicas e terapêuticas admitirem novas perspectivas de se alcançar a saúde.

Para nós, sendo o espírito um campo magnético que atrai e repele preferências criteriosas, a atuação desse magnetismo se torna o ponto central de nossas atenções, tendo em vista que o sujeito atua como um catalizador.

Portanto, a assimilação de novas posturas passa pela transformação consciente dos impulsos pessoais de tal forma que a identificação das prioridades reorganiza a ideação sobre si e sobre o que está fora. Como resultado teremos as motivações de querer ou não querer, assim como as predisposições de fazer ou não fazer, se organizam em virtudes / liberdades ou em viciações / bloqueios, alternando em variadas esferas de sua atuação pessoal. Eis a constituição do Ser.

©MhauroGarcia 

4.4.17

StartUp no Brasil








Segundo a pesquisa realizada entre 2011 e 2016 publicada na revista Época, as starups no Brasil têm alto índice de mortalidade revelando o seguinte quadro: 74% fecham após cinco anos; 67%, entre dois e cinto anos e 18% fecham em dois anos de vida. E segundo estudos feitos pela Fundação Dom Cabral, 25% das startups morrem dentro de um ano.

Portanto, podemos afirmar que são percentuais altos em se tratando de novas empresas que apresentam uma solução inovadora. Algumas inovações muito interessantes, outras inovações interessantes, outras talvez nem se enquadrem como startup. Mas para aquelas que são de fato inovações, devemos considerar que, no mínimo, trazem uma tendência de mercado.

Claro que essas empresas inovadoras não ficam paradas e vão buscar parceiros e investimentos para completar as lacunas, as necessidades de sua empresa. Tudo passa pelos recursos financeiros. Afinal, o dinheiro é que permitirá contratar e completar um quadro de equipe, uma divulgação, a compra de máquinas e equipamentos etc.

Em movimento, tentam de todas as formas dar andamento em seus projetos. Participam de concursos, apresentam em conferências,  tudo para encontrar aceleradoras e investidores.

Mas ao mesmo tempo em que as pesquisas analisam o quadro à distância, ou seja, somente os números, não vi nenhuma pesquisa que queira saber o parecer do empreendedor para a mortalidade de sua empresa. Por isso, acho necessário que seja feita uma pesquisa sobre a vivência do empreendedor. Ou seja, saber o que ele enxerga como a causa da morte de sua empresa.

Como empreendedor, conheço muito bem essa realidade e posso antecipar algumas causas. Pois tenho inúmeros registros de participações que comprovam esse conhecimento. De forma resumida, existem mitos e viciações preparados para negar oportunidade em um mercado que não é livre e muito menos expansivo. 

27.1.17

A estratégia da humildade na empresa







Foi durante uma situação em um grupo de estudo que o entendimento sobre a humildade fez sentido para a convivência do dia-a-dia. Afinal, enquanto muitos pensam que humildade é o mesmo que ser um sujeito quietinho, calminho, que só se manifesta com a permissão dos outros, que é aquela pessoa simplesinha, sem ardor nas vontades, obediente, submisso, tenho a certeza de que esse perfil não é humildade. Claro que devemos respeitar as pessoas que têm essas características, mas daí dizer que elas são um modelo de humildade, passa a ser um exagero.

Você pode estar se questionando sobre a importância desse tema para a sua vida. Bom, para além das intenções de santidade, a humildade é uma grande aliada para a evolução e o progresso. Principalmente quando estamos falando de relações interpessoais que repercutem nas relações comerciais e profissionais. Vamos ver!

Certa feita foi realizado um trabalho em uma empresa, com o objetivo de organizar e identificar peças antigas de seu estoque para que essas fossem utilizadas em um projeto de marketing. Então os profissionais foram apresentados. De um lado, o de marketing. Do outro lado o gerente de estoque.

Durante várias semanas, o marketing tentou se aproximar do gerente para iniciar o trabalho e, este último, ficava impedindo que qualquer coisa se realizasse. Inclusive com uma postura grosseira, bruta, ficava desqualificando o conhecimento do profissional de marketing. Em suas atitudes, tudo indicava uma necessidade de autoafirmação. Reconhecer o auxílio desse profissional significava atestar sua incompetência. Tanto fez que o projeto foi encerrado.

Vitória do orgulho! Afinal, o orgulho despreza e desrespeita qualquer possibilidade de reconhecer algum conhecimento de outra pessoa que venha a contribuir com seus afazeres. Nem precisa ser um gênio, basta alguém ter algo a mais para acrescentar. Na verdade, esse orgulho é o disfarce para a sua baixa autoestima, pois ele acredita que os outros são melhores do que ele. Vale ressaltar que orgulho é diferente de brio.

Agora tente imaginar um grupo inteiro com baixa autoestima utilizando desse procedimento do orgulho para se defender. Pronto, acabaram-se as relações, acabou-se o mercado.

Tanto isso acontece sem que as pessoas percebam, que já vi grupos preocupados em enfatizar que ninguém sabe mais que o outro. Todos são iguais em conhecimento. E o cuidado é anular qualquer um que desponte, trazendo-o para a vala comum.

Agora imagine uma sociedade inteira assim. Nada evolui nem prospera por ela mesma. Tudo tem que vir de fora, pois passa a ser mito e fora do alcance dos operários da vala comum.

Dessa forma, o entendimento da humildade se fez assim: você vive a humildade quando reconhece, respeita e tem apreço pelo conhecimento. Que é o mesmo que enxergar, dar atenção e apreciar um aprendizado com outras pessoas. Seja pela formalidade ou pela informalidade.

Como a palavra humilde tem sua origem na palavra húmus que significa a matéria orgânica que proporciona vida, que aduba o solo, eis o sentido da parábola que afirma ser o homem uma terra fértil, onde uma semente pode produzir frutos cem por um.

Sendo assim, o orgulho se associa à ignorância, à falência e à dependência. É um círculo vicioso para a baixa autoestima. É inútil!

A humildade se associa à sabedoria, ao progresso e a autonomia. É um círculo virtuoso para a alta autoestima. É prático!


©MhauroGarcia

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